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Governo se empenha para elucidar crime contra sindicalista

Em 7/02/2016
FOTO 1A Secretária de Estado da Mulher, Laurinda Pinto esteve na última sexta-feira (05) no município de Miranda do Norte para acompanhar as investigações do assassinato da sindicalista Francisca das Chagas Silva, de 34 anos, e prestar solidariedade à família.

Francisca foi assassinada no dia 01 de fevereiro, após ter saído de uma festa no município. Quilombola do povoado Joaquim Maria, lutadora pelos direitos de igualdade e justiça no campo, ela participou da “Marcha das Margaridas”, no ano passado. Militante ativa do movimento de mulheres trabalhadoras rurais, participou ativamente do Grupo de Estudo Sindical (GES Mulher), e de outras ações organizadas pelo Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR). Sua morte causou uma grande comoção na cidade e entre os sindicatos e organizações sociais de todo país.

Segundo o delegado de Miranda do Norte, Albert Fontes, as investigações sobre a morte da sindicalista estão em andamento. “Estamos caminhando nas investigações, a partir da identificação de algumas pessoas que tiveram últimos contatos com ela, para conseguirmos o maior número de elementos para elucidação do crime. Estamos fazendo diligências. Pedimos à população que nos forneçam informações, ainda que considerem irrelevantes, e as tragam para gente”, afirmou o delegado. FOTO 2

Em visita ao município de Miranda do Norte, a secretária Laurinda Pinto reafirmou o sentimento do Governador Flávio Dino acerca do caso: “A Francisca era uma pessoa muito importante para todos nós. Mãe, mulher e militante, tendo sido uma grande perda. Estamos unindo esforços e vamos fazer todo o possível para o esclarecimento desse crime, bem como lutar para que outros não aconteçam”, disse a secretária.

O assassinato da sindicalista mereceu visibilidade nacional. Notas de repúdio, pesar e solidariedade foram divulgados pelos principais organismos que representam os trabalhadores rurais do país. A presidente do sindicato das trabalhadoras rurais de Miranda do Norte, Narlene Belfort, organiza uma mobilização para o dia 1º de março. “As mulheres precisam saber o que aconteceu com a Francisca, nós não podemos aceitar que isso seja comum. Vamos fazer um ato, estamos clamando por justiça e acreditamos que isso vai ser feito”, disse a sindicalista. Narlene fez ainda novo apelo para que as pessoas que estiveram com Francisca ou a viram na festa que colaborem com as investigações da Polícia Civil.

FOTO 1Acompanharam a secretária na visita a Miranda do Norte, a Ouvidora da Semu, Leda Rego e a Assessora Jurídica da Semu, Luana Peixoto, que vão acompanhar as investigações e prestar todo o auxílio à família da sindicalista vitimada. “Não só a Semu, mas a Secretaria de Direitos Humanos, na pessoa do Secretário Francisco Gonçalves, e principalmente, o Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, estão empenhados para fazer o maior esforço possível para solucionar esse crime”, finalizou a secretária Laurinda Pinto.

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